quarta-feira, 7 de setembro de 2005

Mon amour...

AMOR, s. m., viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos; inclinação da alma e do coração; objecto da nossa afeição; paixão; afecto; inclinação exclusiva. Quando penso em ti tudo à minha volta brilha e tudo parece mais belo; o ar que respiro fica mais leve e um sorriso afirma-se no meu rosto. Penso em estar contigo e em como tudo seria. Penso em como te admiraria se estivesses ao meu lado... Certamente contemplaria todos esses momentos, os quais faria prolongar por toda uma vida... [If you are not the one... why does my heart feel like this?!] ...mas as tuas palavras bloquearam essa vontade e naquele exacto momento qualquer tentativa de explanar todo o meu sentimento por ti passou a não fazer sentido algum... Guardei as palavras que ficaram por dizer. Elas ficaram entaladas porque o meu consciente considerou-as imediatamente despropositadas [ridículas, arriscaria eu...] perante a tua confissão... Guardei a minha vontade de gritar. Guardei tudo o que tinha ficado suspenso até aquele momento, fruto de uma construção ponderada e adorada... O impacto daquele momento foi semelhante a um combóio que supostamente seguia o seu percurso natural e, de repente, sem qualquer aviso prévio, numa curta fracção de segundos, descarrilou... Guardei tudo bem guardado dentro de mim, porque o caminho alterou-se e foi afastado de qualquer significado que poderia ter até aquele momento e ainda se afastou mais do sentido dos meus sonhos sonhados e dos meus sonhos vividos. Tento compreender a mensagem... mas preciso de tempo. E tu, do que é que precisas mesmo?!

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Amiga quando se está apaixonada o amor faz nos sentir tão bem em tudo o que nos rodeia que parece que estamos no paraiso tudo é Lindo e maravilhoso, era tão bom que fosse sempre esse mar de rosas.Porque realmente o AMOR é um sentimento inesplicavel........Beijokas

sexta-feira, agosto 17, 2007  

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